CINEMA EDUCAÇÃO E CIDADANIA

O Cinema é obra aberta, inacabada, presta-se a múltiplas interpretações, uma hermenêutica do sentido, uma pluralidade instável e indeterminada que, a todo tempo, cria brechas e dissipações, que propocionam ao sujeito-vidente encarar de frente os paradoxos do tempo presente, para tentar, na medida do possível regenerar sua própria existência, direcionando-a para a busca de novos níveis de significação, sejam eles individuais, sociais ou planetários.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Escolhendo (ou rejeitando) um livro pela capa

luana blogou @ 5:27 pm / veja outros posts sobre Novidades e Curiosidades
Que arranque e atire todas as capas de sua biblioteca pessoal quem nunca comprou um livro pela capa ou mesmo o rejeitou. Ainda que a escolha da próxima leitura envolva muitos quesitos – pra lá de subjetivos – a primeira impressão é muito importante! Então, uma capa interessante pode ser o chamariz para despertar a curiosidade em ler e saber mais sobre uma determinada obra.
E será mesmo que uma imagem vale mais que 1.000 palavras? O fato é que as capas têm dado o que falar. Tem gente até mesmo discutindo, em um fórum na internet, as melhores capas de livros já publicadas. E o site The Book Cover Arquive cumpre a missão de selecionar e armazenar as melhores capas de livros, destacando os designers mais criativos do universo literário.
O resultado de toda essa valorização da imagem é que os autores têm se preocupado mais e dedicado mais tempo à apresentação das capas de suas obras. E as editoras, que já traziam capas diferenciadas em edições comemorativas, têm prestado mais atenção à opinião de seus leitores. A editora Novo Século, por exemplo, criou uma enquete, em uma rede de relacionamento, para escolher a capa brasileira do primeiro livro da série Night Huntress.
Em 2010, o concurso Melhor Capa de Livro (2010) do ano, promovido pelo Getty Images Brasil, premiou os designers Claudia Warrak e Raul Loureiro pela capa do livro Uma certa paz, de Amós Oz. No ano anterior, o vencedor foi o designer Rodrigo Rodrigues, criador da capa de Os Espiões, livro de Luis Fernando Veríssimo. Para conhecer as outras capas que concorreram ao prêmio em 2010, acesse o blog do concurso.
Claro demais, escuro demais, apelativo demais, non-sense demais, comum demais! Escolher uma capa pode ser muitomais difícil do que podemos imaginar. Explico: antes da publicação, a escolha de uma capa envolve a concordância entre os gostos e objetivos do escritor, do designer, da editora e do próprio mercado. Não é a toa que algumas capas ganham dezenas de versões antes de chegar a sua versão final. E no meio do processo, muitas ideias são completamente rejeitadas e abandonadas. Então, movidos pela curiosidade, pesquisamos e selecionamos oito capas que foram rejeitadas antes mesmo do livro publicado. Confira:
Observação: As capas rejeitadas estão à esquerda. À direita, você confere a versão final e aprovada!
Qual dessas capas você considera a melhor? Você concorda com todas essas rejeições? Deixe seu comentário.
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