CINEMA EDUCAÇÃO E CIDADANIA

O Cinema é obra aberta, inacabada, presta-se a múltiplas interpretações, uma hermenêutica do sentido, uma pluralidade instável e indeterminada que, a todo tempo, cria brechas e dissipações, que propocionam ao sujeito-vidente encarar de frente os paradoxos do tempo presente, para tentar, na medida do possível regenerar sua própria existência, direcionando-a para a busca de novos níveis de significação, sejam eles individuais, sociais ou planetários.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A POLÊMICA ENTRE OS CISNES

Natalie Portman sai pela tangente sobre polêmica de Cisne Negro

08-04-2011 por Roberto Cunha 1

O mês de março foi de comemoração para Natalie Portman (foto) em função da conquista do Oscar de Melhor Atriz pela atuação em Cisne Negro, mas também ficará marcado por uma polêmica nada agradável sobre o filme e o prêmio em questão. Agora, a atriz que não se manifestou na época com a acusação levantada pela bailarina Sarah Lane (dublê nas sequências de dança), resolveu falar sobre o assunto, mas disse muito pouco.

Durante entrevista para divulgar Sua Alteza, que estreia nesta sexta, 8, a atriz disse saber "o que aconteceu" e que estava muito orgulhosa do trabalho de todos no filme e da experiência que teve. "Eu vou guardar isso para sempre, não importando as fofocas e maldades", disse, não negando as acusações e muito menos dirigindo qualquer palavra a sua algoz.

Caso você não tenha lido nada a respeito, Lane botou a boca no trombone, afirmando que Portman tinha feito apenas 5% das cenas de corpo inteiro e que "criaram" uma verdade ao vender a ideia de que ela tinha aprendido a dançar em 18 meses. De fato, a informação foi martelada pela mídia e isso, de alguma forma, ajudou a turbinar o filme e o encanto pela atuação propriamente dita.

O diretor Darren Aronofsky e a parceira Mila Kunis chegaram a sair em defesa da companheira, mas ela não falou nada, usando a tática do silêncio, o que para alguns poderia ser a prova do ditado popular "quem cala, consente". No exterior, os comentários em sites de notícias e especializados são diversos. Enquanto muitos saem em defesa, numa clara demonstração de apreço pela boa carreira da atriz, outros se prendem apenas ao fato isolado, defendendo a ideia de que a queixa tem um lado verdadeiro que não deveria ser ignorado.

Faz sentido. E, cá entre nós, poderia ter evitado tudo isso com um crédito rápido para sua dublê e, talvez, não "incorporasse" com tanta fome a ideia de que "virou" bailarina em tão pouco tempo, como um especial sobre o filme reforçou. E você? O que está pensando? Diz aí a sua opinião.

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